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                      Há muitos problemas com a teoria da evolução 

Matthew J. Slick 
Tradução: Emerson de Oliveira

Primeiro, existe o problema de que a vida surgiu espontaneamente "do nada". Para que a vida surgisse por acaso (ver este link sobre a improbablidade matemática disto ocorrer) deveria ser necessário uma incrível quantidade de tempo e uam incrível quantidade de cobinações de moléculas. Ainda que mutios cientistas dizem que ambas as condições aconteceram na Terra, isto é, matematicamente falando, virtualmente impossível. Veremos adiante. 
Em segundo, existe o problema da formação contínua de novo material genético. O desenvolvimento de novo material genético dentro dos organismos é também um problema muito sério. A molécula de ADN é tão complexa que é impossível que apareça por acaso. 
[Nota do tradutor: O ADN ou ácido desoxirribonucléico é a molécula fundamental do código genético. Se organiza en genes, muitos dos quais codificam proteínas; os genes se organizam en cromossomos nas espécies que possuem núcleo celular (eucariotas). O ADN é formado por nucleotídeos, que são compostos de una base cíclica ou nucleosídeo, un açúcar (desoxirribose, daí o nome "ADN") e um resíduo fosfato. Os nucleotídeos se dispõe lado a lado formando uma cadeia de milhões e milhões de elos. No ADN há solamente quatro nucleotídeos, a saber: adenosina, citosina, guanina e timidina. Na realidade o ADN consta de duas cadeias que formam uma hélice. Nela, a adenosina de uma das cadeias sempre se liga com uma timidina da outra, e a guanina sempre se liga com uma citosina da outra. Portanto, diz-se que as cadeias são complementárias, já que conhecendo a estrutura de uma cadeia se pode reconstruir a outra (fato fundamental na reprodução da célula). De um ponto de vista formal, o ADN possui uma linguagem com suas próprias palavras, gramática e regras de pontuação. Un grupo de três nucleotídeos especifica um aminoácido determinado. Os aminoácidos são os compostos que forman as proteínas. Uma seqüência de necleotídeos pode, portanto, especificar a cadeia de aminoácidos de uma proteína. Existem 64 nucleotídeos possíveis; 61 codificam aminoácidos e os restantes servem como sinais de pontuação. No ADN presente em uma célula, se encontra a informação necesária para a construção de todas as proteínas próprias da espécie a qual a célula pertence. É como uma grande biblioteca de referência, a qual é seletivamente lida e copiada (como o ARN ou ácido ribonucleico) para produzir as proteínas que determinam a estrutura e função celular. O conjunto de genes de uma espécie se denomina genoma. O genoma humano, por exemplo, consta de cerca de três milhões de pares de bases. ] 
Em terceiro lugar, existe o problema da linha ancestral da espécie humana, a qual está cheia de lacunas. A evidência histórica acerca da linha dos ancestrais dos seres huamnos (a linhagem dos hominídeos) pode classificar-se em três categorias: símio puro, homem puro e fraudes. Isto significa que a linhagem evolutiva do homem na realidade não existe. Há enomes buracos. Você já ouviu falar do "elo perdido". O que nunca ouviu foi falar de um "elo encontrado" ou "elo descoberto". Isto porque eles não existem. 
Em quarto lugar, há o problema dos elos perdidos de todas as outras espécies. Nenhuma das linahagens evolutivas de qualquer animal terrestre, ave ou peixe, nem dos vegetais, tem sido estabelecida. Todos aparecem repentinamente. É por esta razão que se propôs uma teoria chamada de equilíbrio interrompido. Afirma que a razão que não há fósseis dos elos perdidos entre as espécies é que a evoução deu grandes saltos, com incrementos cada 100 mil a 300 mil anos durante diferentes períodos da história terrestre. Isto é revelador porque implica a admissão por parte dos cientistas de que o registro fóssil é tão incompleto que era necessário formular uma teoria que explicasse os grandes parênteses que regularmente aparecem. 
Então, pois, onde está toda a evidência que demonstra que a evolução é um fato? Veremos isto em breve. 

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