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A questão da lingüística - I
Tradução: Emerson de Olveira

Os lingüistas tem tratado desde há muitos anos, de descobrir os laços entre os sons dos idiomas, que eles levariam a uma origem comum para a evolução de toda a humanidade. É verdade que não o tem feito. Dão por feito que tem tomado milhares e milhares de anos para formar os idiomas modernos, mas o fato de Babel nos indica que os idiomas modernos originaram em sua forma básica só faz uns poucos milhares de anos. Nos informa Gênesis, capítulo 11, que antes do fato de Babel, os homens falavam uma só língua unicamente. Os idiomas modernos surgiram, portanto, a alguns milhares, e não a centenas de milhares de  anos.
Os pontos tradicionais da evolução dizem que a velocidade do processo de mudança nos organismos é extremamente lento. Obviamente imperceptível hoje em dia.. Não podem ver nada! Teorias novas, como o equilíbrio pontuado, sugerem a idéias de que a evolução ocorreu por meios de mudanças rápidas, para explicar a ausência de laços e o fato de que a evolução não se observa em ação.
Decididamente, para os lingüistas evolucionistas, não podem usar explicações como o das mutações lentas, nem a das mudanças bruscas em pequenas proporções para apoiar  teorias evolucionistas de confusão de idiomas. As mutações nada tem a ver com os idiomas Em outras palavras, os lingüistas que crêem na evolução tem dificuldade de falar de como originaram-se os idiomas modernos.

CHARLES V. TAYLOR
MA, PhD., PGCE, LRAM, FIL., Cert. Th.
Doutor Taylor é qualificado em idiomas, música e teologia. Foi por muitos anos o coordenador de cursos de lingüística aplicada na Universidade de Sydney, Austrália.

 

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