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Carta da Watchtower a CARIS

Fonte:
For an Answer Christian Apologetics 
Tradução: Emerson H. de Oliveira


Vejam a carta do dr. Mantey a Torre de Vigia. Porém, farei alguns comentários para poder esclarecer mais algumas coisas e fornecer mais material para estudo. 
Meus comentários estarão em
vermelho, respondendo o texto original da carta da Torre de Vigia a CARIS. 


Prezado Amigo, 

Temos recebido sua carta onde você nos pergunta por que o Comitê de Tradução da Tradução do Novo Mundo sentiu-se justificado em usar a citação de A Manual Greek Grammar of the New Testament de Dana e Manty [sic] na página 1158 da The Kingdom Interlinear Translation of the Greek Scriptures em defesa da tradução de Jo. 1:1. 

Infelizmente quem escreveu esta carta em nome da Sociedade não conhecia muita coisa do assunto que ele ou ela citaram o dr. Mantey errado. 

É claro que para nós citá-los e mostrar que sua obra permite uma certa compreensão é muito diferente que dizer que Dana e Manty [sic] concordam com esta idéia. Dana e Manty [sic] podem ter suas idéias pessoais sobre a Trindade, mas sua obra defende a leitura vista na The Kingdom Interlinear Translation of the Greek Scriptures de Jo. 1:1. 

A citação que aparece no apêndice do KIT (Tradução Interlinear do Reino) e na TNM não usa a palavra "permite". Não diz que ali só fala de assuntos gramaticais. Pelo contrário, fala que a Grammar apóia uma leitura próxima da TNM ("a palavra era divina") e que a gramática p
oderia ter traduzido Jo. 1:1 como "a palavra era um deus" porque o predicado "um deus" é mais paralelo "para um mercado". Esta não é a "idéia de Dana e Mantey" mas o que eles estavam escrevendo na passagem citada. Como está claro do contexto (o seção se chama "Com o Assunto de uma Oração Copulativa") e os comentários do Dr. Mantey, a Grammar estava falando do uso do artigo para identificar o assunto e significar que a oração não é uma proposição conversível. A Grammar não diz nada sobre a força semântica do predicado dessa sentença. 

Na Grammar, Dana e Manty [sic] quebram a regra. Eles saem da regra para defender a doutrina da Trindade.  Mas a regra que eles mostram no livro é bem clara. No Tradução do Novo Mundo dos Sagradas Escrituras e também no Interlinear, usamos a mesma regra que eles. Provamos que é possível discutir a favor do fato que a Palavra de Deus era "um deus" ou uma personalidade divina. É lógico que os trinitarianos não gostam disto. 

Nem qualquer um que ama a verdade. A Grammar de Dana Mantey não ensina nenhuma "regra" sobre a força semântica de um predicado nominativo em qualquer construção gramatical. A Grammar não usa a palavra "regra" no parágrafo citado, e ao invés às vezes diz "o artigo distingue o assunto do predicado". Mesmo se houvesse uma "regra", só pertence ao assunto, não ao predicado, de uma oração copulativa. 

Precisamos ter em mente que ao citar as idéias de alguém, não precisamos concordar com a interpretação colocada nesses fatos...ao citarmos os fatos, não somos obrigados a concordar com as conclusões ou interpretações anós apresentadas pelas autoridades que nós citamos. Assim, ao citarmos a "regra" de Dana e Manty [sic], não nos obrigamos a aceitar sua interpetação de como esta regra poderia afetar o conceito de Trindade. Nós podemos utilizar a "regra" e com isto mostrar que a leitura de Jo. 1:1 na Tradução do Novo Mundo das Sagradas Escrituras é consistente e razoável. 

Mas a "regra" deve ser aplicada conforme os autores originais a ditaram. Se alguém usa uma "regra" (que nem mesmo existe no contexto especificado) que se refere ao assunto de uma oração e a usa para substanciar uma tradução do predicado de Jo. 1:1c, esta não é uma forma correta de fazer uma citação. 

... apesar de alguns dizerem que a regra de Colwell é inflexível, ele reconhece que não pode ser. A forma como o tradutor interpreta os versículos em volta e, na realidade, na Bíblia inteira, é o que determinará como ele traduz Jo. 1:1. 

Colwell já respondeu a isso. 

... no entanto, as Testemunhas de Jeová acreditam nas palavras simples e claras de Jesus quando ele disse: "O Pai é maior do que eu". (Jo. 14:28). 

Não maior em essência, como os arianos e socinianos pensavam. Este versículo não fala da distinção da natureza ou essência de Cristo em relação ao Pai. Cristo disse que era "menor" em relação a seu papel como Mediador.

... .Incidentamente, o bispo Westcott, o co-produtor do texto grego Westcott-Hort das Escrituras cristãs disse: "Ele está sem o artigo (the'os não ho the'os) já que descreve a natureza da Palavra e não identifica sua Pessoa". (Citado da página 116 de An Idiom-Book of New Testament Greek, by Professor C.F.D. Moule, 1953 ed.)

Por favor veja os comentários em Bispo Westcott aqui

Sinceramente no serviço de Jeová, 

Watchtower B&T Society of New York, Inc.



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